A doing digital passa a agência de IA. O que muda para quem nos contrata
A partir de hoje, a doing digital apresenta-se como aquilo que já era por dentro: uma agência de inteligência artificial (IA). Montamos e operamos equipas de agentes que fazem o site, a presença no Google, as respostas de IA, os assistentes e as automações de pequenas e médias empresas. Uma pessoa com nome verifica e assina o que sai.
Este artigo explica o que muda, o que fica igual e por onde se começa.
O que muda
Até aqui, o trabalho aparecia arrumado por serviços: sites, Google, conteúdo. Passa a aparecer arrumado por unidades, cada uma com uma equipa de agentes e regras escritas: a dd sites trata do site, a dd local do Perfil da Empresa no Google, a dd answer do que a IA responde sobre o seu negócio e a dd agents dos assistentes que respondem aos seus clientes.
Todos os preços passam a estar publicados no site, com IVA incluído. Não há proposta escondida atrás de um formulário: quem quiser saber quanto custa, lê.
O que fica igual
Quem produz não verifica. Um agente escreve, outro procura defeitos, e uma pessoa decide no portão antes de alguma coisa sair em seu nome. No primeiro mês de cada cliente, tudo passa pelo portão; depois, por amostragem, e a amostragem sobe outra vez assim que aparece um defeito.
E no fim de cada entrega continua a estar um nome: o meu. Se alguma coisa não estiver certa, sabe a quem escrever.
O que não prometemos
Não prometemos posição no Google nem citação nas respostas de IA. Os motores são de terceiros e mudam sem aviso. Prometemos medir com método, corrigir o que estiver errado e reportar com assinatura.
Por onde se começa
Pelo diagnóstico de presença digital, sem custo: dez perguntas, cerca de três minutos. O relatório chega por email em 48 horas, lido e assinado por mim, com o primeiro passo para a sua equipa de IA.
Se preferir ver primeiro como trabalhamos, o método está escrito por extenso. E os serviços e preços estão numa só página.
Texto preparado com IA e revisto por Ricardo Lourenço.




