Fazemos. Verificamos. Assinamos.

Agentes fazem. O método verifica. Uma pessoa assina.

O método da doing digital, agência de inteligência artificial (IA), escrito para que saiba o que acontece ao seu trabalho antes de sair em seu nome. Vale para todas as unidades, a começar pela própria casa.

100 % IA a fazer. 100 % humano a responder.

Como trabalha a sua equipa de IA
  1. Os agentes produzem Cada um com uma função e regras escritas.
  2. O método verifica Outro agente procura defeitos.
  3. O portão Uma pessoa decide o que sai. No primeiro mês, tudo; depois, por amostragem.
  4. Ricardo Lourenço assina O nome dele fica na entrega.

Cinco regras que todas as unidades herdam

Chamamos-lhes genes: nenhuma unidade os altera, e cada um tem uma regra verificável.

  1. 1

    Assinatura

    Nada sai para um cliente sem uma pessoa com nome responsável no registo. O nome aparece no que é entregue.

  2. 2

    Método

    Quem produz não verifica. Portão a 100 % no primeiro mês de cada cliente e por amostragem depois. Cada ação fica registada.

  3. 3

    Transparência

    Preço publicado com IVA incluído. IA declarada. Fontes citadas. Nenhum número sem origem e nenhum caso sem nome e consentimento.

  4. 4

    Radar

    A casa testa em si mesma antes de vender. O catálogo é revisto todos os trimestres, e a revisão diz sempre o que deixamos de fazer.

  5. 5

    Língua e rigor

    Português de Portugal e inglês, com regras de escrita fixas. Cada unidade fala a língua do seu setor sem perder o registo da casa.

O portão e o registo

Portão é o ponto em que uma pessoa verifica alguma coisa antes de ela ser publicada em seu nome. No primeiro mês de cada cliente, tudo passa pelo portão. Depois, por amostragem, e a amostragem sobe outra vez assim que aparece um defeito.

Sair é publicar, enviar, entregar, ativar ou alterar o que está no ar. Publicar, pagar e apagar ficam do lado de uma pessoa: essas ações estão bloqueadas aos agentes por permissão técnica, sempre que a ferramenta o permite.

Cada ação de um agente e cada decisão do portão ficam num registo central. Nada se apaga: uma correção entra como registo novo. Sabe-se sempre o que foi feito, por quem e quando.

Quem produz não verifica

O agente que produz não revê o próprio trabalho. A revisão é feita por outro agente, com instruções próprias e sem acesso ao raciocínio de quem produziu, e com um objetivo declarado: encontrar defeitos. Revemos para derrubar, não para confirmar.

A revisão tem um teto de duas voltas de correção. Um defeito novo depois da segunda volta já não é correção: é uma decisão de quem assina.

Quando é Ricardo Lourenço a escrever uma peça, ela também passa pela revisão de um agente antes de ele a aprovar.

Como falamos de IA

  • Declaramos. Um texto preparado com IA diz que o foi e quem o reviu. Uma imagem gerada por IA leva rótulo.
  • Os assistentes identificam-se como IA e passam para uma pessoa quando é preciso: quando a pessoa o pede, quando a pergunta sai das regras aprovadas, quando há uma reclamação ou um pedido sobre dados pessoais.
  • Antes de qualquer agente tocar em dados dos seus clientes, assinamos consigo um contrato de subcontratação de tratamento de dados. Usamos só os dados que o serviço precisa, com a lista de fornecedores à vista.
  • Na saúde, o assistente não pede informação clínica. Se a receber, passa a conversa à sua equipa e não a usa.

O que isto significa para si

Um relatório do que foi verificado

O que foi feito, o que foi verificado e quem assinou. Pelo menos todos os meses nos assistentes e nos add-ons de visibilidade em IA; nos sites, com a cadência de cada mensalidade.

Sabe quem assina

Cada entrega leva o nome de quem responde por ela: Ricardo Lourenço. Se alguma coisa não estiver certa, sabe a quem escrever.

Mínimos de 6 meses, explicados

O primeiro mês é o mais pesado: tudo passa pelo portão e as regras ficam escritas. O que se mede, no Google e nas respostas de IA, mexe-se em meses. Por isso os acompanhamentos mensais têm mínimo de 6 meses, com 12 na Manutenção e 3 no Radar IA.

Perguntas frequentes

Uma pessoa vê tudo o que sai?

No primeiro mês de cada cliente, sim. Depois, por amostragem, que sobe outra vez quando aparece um defeito. Num assistente em conversa, ninguém lê cada resposta antes de ela sair: por isso responde só dentro das regras aprovadas, e as conversas ficam registadas e são revistas: todas no primeiro mês, depois por amostragem.

Os agentes podem publicar sozinhos?

Não. Publicar, pagar e apagar ficam do lado de uma pessoa, e estão bloqueados aos agentes sempre que a ferramenta o permite.

Assinar quer dizer que prometem resultados?

Não. Respondemos pelo que fazemos e pelo método. Vendas e visibilidade dependem de mais do que de nós.

A IA tem de ser declarada por lei?

A lei europeia pede que quem fala com uma IA o saiba, salvo se for óbvio, e que o conteúdo sintético seja marcado. Fazemos as duas coisas por defeito, mesmo onde a exceção se aplicaria.

Texto preparado com IA e revisto por Ricardo Lourenço. Os assistentes identificam-se como IA e passam para uma pessoa quando é preciso. Os dados que nos envia servem só para responder ao seu pedido, nos termos da Política de Privacidade.

Veja o método aplicado ao seu caso

Comece pelo diagnóstico sem custo: dez perguntas, e o relatório chega por email em 48 horas, lido e assinado por Ricardo Lourenço.

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